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| http://www.zun.com.br/fotos/2011/07/Livros-infantil-educativo.jpg |
Essa magia ansiosamente aguardada começou na alfabetização, não lembro exatamente o momento que comecei a juntar sílabas e ler, mas recordo de cada aula em que as letras foram apresentadas e treinadas. Sim, treinadas, porque a cartilha era a “Caminho Suave” e as letras desenhadas e repetidas à perfeição, processo que todos de minha geração conhecem muito bem. Tenho certa dificuldade em acatar as críticas a esta cartilha em especial, porque ao contrário de traumático, para mim foi quase como um livro encantado, que abria as portas para um mundo esperado por tanto tempo.
A partir do momento em que me tornei um leitor e conforme os anos na escola se seguiram, passei a ler cada vez mais livros e histórias mais elaboradas e pude sentir através dos anos o quanto a leitura é importante para compreendermos o mundo, as pessoas a nossa volta e nos tornar o que somos. Concordo com Nilson José Machado quando diz que, ler é fundamental para seguir regras com consciência, talvez por isso, grande parcela da juventude atual, não acostumada a ler, tenha tanto problema em entender e respeitar as regras da sociedade em que vivemos. Realmente é essencial ler para conseguirmos compreender ao menos um pouco o mundo em que vivemos e ampliarmos a percepção que temos da realidade a nossa volta."
Paulo Cesar Almeida
"No início dos meus estudos o acesso à biblioteca era muito difícil, pois na época não havia muitos exemplares literários e não podia levá-los para casa, além de não ter um orientador por esse espaço, então ficou difícil para desenvolver o hábito da leitura e escrita.
Passei me interessar pela literatura lendo os livros de Agatha Christie (O homem de terno marrom, Assassinato no campo de golfe, O caso dos dez negrinhos, etc). E as aventuras cientificas de Sherlock Holmes de Sir Arthur Conan Doyle, achava essas literaturas fascinantes e quando começa a ler, não via a hora de acabar para saber o "culpado" da história. Desde então sempre busquei boas literaturas como: O Senhor das Ilhas de James A. Mickner, que já faz parte de outro gênero literário. Percebi então, que hoje escrevo relativamente "bem" devido ao meu interesse pela leitura."
Ronaldo Soares Andres
"A primeira experiência que me tornou sensível ao desenvolvimento real da leitura e escrita foi quando ganhei de aniversário uma vitrola (toca discos), aos seis anos de idade. Desde pequena eu adorava cantar e foi a partir do contato com as letras das músicas que despertei um profundo interesse pela leitura e escrita.
Meu pai também teve grande participação nesta construção leitora e escritora, ele era um maravilhoso contador de histórias infantis e com a sua dedicação eu pude viajar pelos mundos mágicos dos reis, rainhas e princesas encantadas. Que saudades!!
Depois vieram as paixões da adolescência e mais do que depressa recorri aos livros de poesias preparando-me e aprimorando as escritas da juventude. Adorava escrever cartas românticas."
Rosângela Pioli Siufi
"O hábito de ler está presente em minha vida desde a infância. É uma pratica constante, despretensiosa.
Não sei ao certo quando começou, só sei que o gosto virou um prazeroso hábito, sem preconceito ou rodeio. É algo muito subjetivo para explicar...Já tive o disparate de ler três livros ao mesmo tempo: um eu levava na bolsa durante as viagens semanais de ônibus, um ficava no criado mudo, perto da cama, para uma breve leitura antes de dormir, e um outro para o final de semana. É claro, sem contar as leituras semanais em jornais e revistas.
Não sei ao certo quando começou, só sei que o gosto virou um prazeroso hábito, sem preconceito ou rodeio. É algo muito subjetivo para explicar...Já tive o disparate de ler três livros ao mesmo tempo: um eu levava na bolsa durante as viagens semanais de ônibus, um ficava no criado mudo, perto da cama, para uma breve leitura antes de dormir, e um outro para o final de semana. É claro, sem contar as leituras semanais em jornais e revistas.
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Não me recordo quando a escrita aconteceu mas sempre gostei muito de escrever e passei a gostar ainda mais depois dos meus 15 anos que ela melhorou (após muitos cadernos de caligrafia). Além dos livros, outro item que não pode faltar na bolsa ou no carro é um livro de passatempos.
Silvia Paula de Melo

